sábado, 28 de maio de 2011

O trem passou, será?!

A Hora do Trem Passar

G                        D/F#
Você tão calada e eu com medo de falar
Am                       F            D7
Já não sei se é hora de partir ou de chegar
G                         D/F#
Onde eu passo agora não consigo te encontrar
Am                        F           D7
Ou você já esteve aqui ou nunca vai estar
Em   G      D             C            Bm
Tudo já passou, o trem passou, o barco vai
Em     G      D                 C    A         D7
Isso é tão estranho que eu nem sei   como explicar
G                         D/F#
Diga, meu amor, pois eu preciso escolher
Am                      F          D
Apagar as luzes, ficar perto de você
G                  D/F#
Ou aproveitar a solidão do amanhecer
Am                         F          D
Prá ver tudo aquilo que eu tenho que saber
G  D  A  E  B F#  A  E
La la   la    la  la  la la

Raul Seixas


E tocando, bate uma nostalgia... Saudades, do que foi vivido e do que foi apenas idealizado. É quase um retorno àquela "Irrealidade". Afinal, algumas músicas têm a capacidade de ser atemporais, elas não marcam um período, uma época, uma pessoa, um momento, etc, pois desde a primeira vez que é ouvida, sente-se, antes de mais nada, uma saudade (do que foi, sem ser).

Já é hora de apagar as luzes... (Boa noite!)

5 comentários:

  1. Ps.: O desenho não é meu... hehehe

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  2. Boa noite...

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  3. "saudade (do que foi, sem ser)."

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  4. O que foi foi, mesmo sem ser, uma vez que a gente sentiu. O sentido, pra mim, é sido. O que a gente tem saudade, é da gente querendo que o que não foi, o "apenas idealizado" bastasse. Mas não basta, né!?
    Credo! Nem eu entendi isso.

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  5. É... no fundo no fundo, acho que o que vc disse deu pra entender... hehehe
    A saudade do que foi sem ser... hum, bem, é dificil de explicar, mas... sabe quando vc tá em um local cheio de pessoas desconhecidas, um ônibus por exemplo e a cada parada em um ponto, entra mais pessoas... e várias vezes eu fiquei pensando como seria a vida daquelas pessoas: o que farão quando chegar em casa, como será que é sua casa, sua vida, seus relacionamentos...
    E no fim é como se eu fizesse parte dessas outras vidas, mas sem ser um personagem, apenas como um “observador”; Falei, falei e num falei nada... hehehe
    Resumindo o que eu não disse: (hehehe) Saudade do que vc não viveu, mas imaginou ou “observou”. (uma hora eu consigo explicar melhor... :D)

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